segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Atitude de Roberto Jefferson eleva temperatura da eleição


O fato ocorrido neste domingo, envolvendo o ex-deputado Roberto Jefferson, do PTB, esquentou mais ainda a temperatura da campanha eleitoral. Jefferson acabou se entregando à PF depois de ter em um momento mais cedo ter recebido a PF à bala, chegando a ferir agentes. O ministro Alexandre de Moraes mandou prender o ex-deputado depois dele ter disparado ofensas contra a ministra Carmen Lúcia, referindo à ela como "bruxa" e "prostituta".

Temendo a repercussão, o presidente Jair Bolsonaro, o PL, tenta se distanciar de Jefferson, alegando não ter nem fotos com ele - o que claramente não corresponde à verdade, basta pesquisar no Google. Quem esteve ontem ao lado do deputado foi o Padre Kelmon, que foi candidato à presidente no lugar de Jefferson, depois dele ter sido impedido. Outro fator preocupante foi a solidariedade de muitas pessoas ao ex-deputado, o que mostra o que pode acontecer em caso de vitória do ex-presidente Lula, do PT: Uma invasão ao 'Capitólio', repetição desta novela em versão tupiniquim.

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